BEE GEES - A MELHOR BANDA DE TODOS OS TEMPOS:

                                                                                                                                                     

UM ETERNO CLÁSSICO:

 

10072017 - BEE GEES E CELINE:

Immortality” é uma canção de Céline Dion contida no álbum Let’s Talk About Love. Contém a participação do grupo The Bee Gees. “Immortality” foi composta pelos irmãos Barry Gibb, Robin Gibb e Maurice Gibb, os membros dos Bee Gees, especialmente para Céline Dion.

27062017 - BARRY GIBB FAZ GLASTONBURY AOS SEU OS PÉS:

 

26062017 - O PRESIDENTE DA ACADEMIA DO GRAMMY, NEIL PORTNOW, DECLAROU:


JOHN TRAVOLTA, NEIL PORTNOW E BARRY GIBB.

Os Bee Gees – Barry, Robin e Maurice – foram ícones musicais que ajudaram a fazer ‘Os Embalos de Sábado à Noite’ um ícone da cultura pop dos anos 70.

"Com harmonias geniais, um groove inegável e um carisma pessoal, combinando com a personagem no palco, a icônica banda de irmãos definiu não apenas um gênero, mas uma geração. Eu estou ansioso para comemorar uma das trilhas sonoras mais famosas já produzidas, revivendo "Os Embalos de Sábado à Noite."

25062017 - ESTE ANO O DISCO E O FILME "OS EMBALOS DE SÁBADO A NOITE" FARÃO 40 ANOS.

25062017 - NOVO CD DOS BEE GEES:

15042017 - STORYTELLERS 1996:

Este Cd dos Bee Gees é um encontro com os fãs. Os fãs pergunta sobre a Banda e os Bee Gees falam. Eles cantam todos os grandes sucessos e novas canções. imperdível.

15042017 - MINI-POSTER:

12032017 - UM DOS PRIMEIROS CDs DOS BEE GEES NO BRASIL:

13022017 - HOMENAGENS AOS BEE GEES NO GRAMMY DE 2017:

15122016 - SAIU NO BRASIL, O NOVO CD DE BARRY GIBB - A SONY EDITOU SOMENTE 1.000 CÓPIAS. CORRA OU DANÇA. NO BRASIL TEMOS 3 CANÇÕES INÉDITAS NOS EUA.

19072016 - NOVO CD DE BARRY GIBB. COMO NÃO EXISTE MAIS CD NA ÁMERICA DO SUL E CENTRAL, SE VOCÊ É UM COLECIONADOR, TERÁ DE COMPRAR NA AMAZON.

13072016 - BARBARA GIBB, MÃE DOS BEE GEES E ANDY GIBB, MORREU AOS 95 ANOS...

Barbara Gibb faleceu com a idade de 95 em Miami na sexta-feira à noite (12 de agosto). Ela era a mãe de Barry, Robin e Maurice Gibb (que tocaram juntos como Bee Gees), bem como Andy Gibb.

Barbara que também tem uma filha, Lesley - estava com a família e os amigos quando ela morreu, disse Barry Gibb.

Ela tinha vivido em Miami durante os últimos 20 anos, mas ela nasceu em Manchester, Inglaterra, como Barbara Mary passagem em 17 de novembro de 1920. Barbara casou-se com Hugh Gibb, com quem teve cinco filhos. Juntos, Barbara e Hugh conseguiu carreiras iniciais de seus filhos. Os Bee Gees passou a vender mais de 200 milhões de discos em todo o mundo, e Andy teve uma carreira solo de sucesso com vários top 10 singles.

Bee Gees estão em terceiro lugar entre os grupos para a maioria Hot 100 No. 1s em História

Infelizmente, três dos seus cinco filhos faleceu durante sua vida. Andy Gibb morreu em 1988 na idade de 30 a partir da miocardite condição cardíaca. Maurice Gibb morreu em 2003 aos 53 anos, devido a complicações do seu intestino e seu irmão gêmeo, Robin Gibb, morreu em 2012 aos 62 anos de insuficiência hepática e renal após lutar contra o câncer.

13072016 - QUANTO NÃO CHEGAR O NOVO CD DE BARRY, VAMOS OUVIR "NOW VOYAGER", LANÇADO EM 1984:

O cantor Barry Gibb, do Bee Gees, anunciou que lançará o primeiro disco solo em 32 anos. Com lançamento agendado para o fim deste ano, In The Now dará sequência a Now Voyager, de 1984, e será o primeiro álbum solo de Gibb em todos os tempos inteiramente composto de músicas inéditas.

O último lançamento com participação do vocalista foi This Is Where I Came In, disco derradeiro do Bee Gees, que saiu em 2001. Em In The Now, Gibb é acompanhado pela banda que tocou com ele durante a mais recente turnê, de 2014. Uma das faixas do trabalho, “The Home Truth Song”, já foi mostrada por ele em shows.

“Este é um sonho que se torna realidade para mim”, disse o vocalista, segundo o NME. “Sempre quis que o Bee Gees estivesse com a Columbia ou a Sony, então, recomeçar desta maneira, com grandes pessoas, é uma alegria para mim”. John Merchant, que já trabalhou com Barbra Streisand e Lenny Kravitz – além do próprio Bee Gees – assina como produtor de In The Now.

No último fim de semana, durante o show do Coldplay como headliner de um dos dias do festival britânico Glastonbury, Gibb subiu ao palco e cantou duas músicas da banda dele com Chris Martin: “To Love Somebody” e “Stayin’ Alive”. A participação no gigante evento, também transmitido pela TV britânica, colocou Gibb de volta às manchetes.

20052016 - 4 ANOS SEM ROBIN:

04012016 - MORRE ROBERT STIGWOOD. ELE FOI EMPRESÁRIO DOS BEE GEES:

SYDNEY - O produtor musical e empresário australiano Robert Stigwood, que levou os Bee Gees ao auge da fama e administrou a bem sucedida carreira solo do músico Eric Clapton, enquanto produzia musicais para o palco, morreu aos 81 anos, informaram amigos nesta terça-feira .

O anúncio de sua morte foi feito no Facebook por Spencer Gibb, filho do integrante da banda Bee Gees. Mais detalhes sobre sua morte não estavam imediatamente disponíveis.

"Gostaria de compartilhar a triste notícia com todos vocês, que meu padrinho, e empresário de longa data da minha família, Robert Stigwood, morreu", escreveu Gibb.

Stigwood, que nasceu no estado de Austrália do Sul, trabalhou com um número impressionante de atos inovadores, tanto nos palcos da Broadway como nas paradas pop, produzindo sucessos da fase da contracultura como "Hair" e "Jesus Cristo Superstar".

Ele produziu o filme inovador da ópera rock "Tommy", do grupo The Who, além de musicais como “Grease” e "Os embalos de sábado à noite", que apresentou a música disco e um jovem John Travolta para audiências em todo o mundo, enquanto impulsionou os Bee Gees para o estrelato global.

O produtor musical da Broadway Andrew Lloyd Webber, que trabalhou com Stigwood em vários projetos, elogiou-o no Twitter.

"Adeus querido Robert, o grande showman que me ensinou muito. Com amor, ALW", escreveu ele.

10072015 - BARRY GIBB NA REVISTA ROLLING STONE:

No final de 2012, barry gibb estava estirado no sofá da casa dele em Miami ao lado do cão Ploppy, assistindo à Fox News. No chão, um ventilador gentilmente esvoaçava a juba branca dele. Gibb suspirou e mudou de canal. A mulher, Linda, permanecia no cômodo ao lado embrulhando uma montanha de presentes de Natal para os cinco filhos e sete netos. Mas Gibb não estava em clima de festa. Sete meses antes, o irmão mais novo dele, Robin, havia morrido depois de uma luta contra o câncer. Ele já tinha perdido os irmãos Maurice (gêmeo de Robin) e Andy, e o pai, Hugh. “Todos os homens da família se foram”, disse Gibb na ocasião. Há 35 anos, Barry, Robin e Maurice Gibb – mais conhecidos como os Bee Gees – formavam a banda mais popular do planeta. A trilha deles para Os Embalos de Sábado à Noite, o suprassumo da música disco, ficou nas paradas por seis meses. Os Bee Gees venderam mais de 200 milhões de discos: só Elvis Presley, os Beatles, Garth Brooks, Michael Jackson e Paul McCartney os superam. Foi o único grupo da história a compor, gravar e produzir seis sucessos a ocupar o primeiro lugar das paradas. E, de repente, eles viram tudo ficar para trás. Foi decretado que a disco não prestava mais. Os irmãos passaram de ícones a piada. “Nossa banda sempre foi criticada mesmo por quem sequer nos conhecia”, afirma Gibb.

Depois do nosso primeiro encontro, eu e Barry Gibb fizemos planos de conversar novamente em dois dias. Mas naquela noite voltei para o hotel e havia uma mensagem dele. Liguei e perguntei se estava tudo bem. “Estou legal”, disse. “Mas não quero continuar. Me sinto desconfortável. Ainda estou lidando com o fato de ter perdido todos os meus irmãos. Talvez mais para a frente a gente possa retomar a entrevista.” Ele hesitou, procurando as palavras certas. “Ainda não me sinto inteiro o
suficiente. Rezo para que você entenda.” E desligou.

O sentimento de passividade durou um ano e meio, até que duas pessoas o despertaram. A primeira foi Linda. “Ela me chutou do sofá”, conta Gibb. “E disse: ‘Você não pode ficar aí querendo morrer. Vá viver’.” A segunda foi Paul McCartney. Eles conversavam nos bastidores do Saturday Night Live. “Eu disse que não sabia por quanto tempo ainda conseguiria prosseguir [na música]. E Paul disse: ‘Certo. E vai fazer o que depois?’ Então, pensei: ‘Ok. É verdade’.” Assim, Gibb embarcou em maio em uma série de seis shows solo pela América do Norte. A turnê Mythology custou meio milhão de dólares por noite – prejuízo certo. Mas dinheiro não importava. “Eu tinha que manter as músicas vivas”, diz Gibb. “Antes de os meus irmãos morrerem, jamais teria pensado nisso. É importante que as pessoas se lembrem delas.” Ele ainda quer gravar um álbum novo. Deixa sempre um gravador na cabeceira da cama caso tenha alguma ideia no meio da noite.

Dque você se lembra quando pensa nos Bee Gees? Os Embalos de Sábado à Noite e “Stayin’ Alive”, com certeza. Calças boca de sino e falsetes. “Cabelos longos, dentes grandes, medalhões”, como disse Barry certa vez. É possível que você tenha uma noção vaga a respeito dos subestimados primeiros trabalhos do grupo, como “To Love Somebody”, composta para Otis Redding, que morreu antes de gravá-la, ou a bela “Lonely Days”. A visão que se tem é que eles estão congelados em 1978, apontando para o céu ao som de 120 batidas por minuto. O que é uma pena, porque os Bee Gees foram um dos grupos mais estranhos, complicados e brilhantes de todos os tempos. Vieram do nada e conquistaram o mundo ainda adolescentes. Perderam tudo, se levantaram e se tornaram ainda maiores. Eram compositores imbatíveis: Michael Jackson disse que Os Embalos de Sábado à Noite havia sido a inspiração para Thriller. Bono os compara aos Beatles e confessou que o catálogo do trio o deixa “doente de inveja”.

Desde cedo os Gibb já compunham quase telepaticamente. Robin jogava um verso, Barry vinha com uma melodia. “Trabalhamos melhor como equipe”, disse Robin. Eles eram como as pernas de um tripé: tire uma, e as outras desabam. Isso levou a uma longa relação de amor e ódio. Ao mesmo tempo que não se suportavam, não aguentavam ficar separados. Robin e Barry moravam em Miami a duas casas de distância, e Maurice morava três quarteirões à frente. O sucesso rendeu a eles uma vida fabulosa – mansões, carros, barcos, aviões – e então os distanciou. Como declarou Robin antes de morrer: “Imagino se as tragédias pelas quais minha família vem passando não são o preço cármico a pagar por toda a fama e fortuna dos Bee Gees”.

Para chegar à casa de Barry Gibb é preciso cruzar a Julia Tuttle Causeway, uma via de concreto que conecta a parte principal da Flórida ao glamour de Miami Beach. A ponte é feita de vigas de metal reforçado, e quando atravessada de carro a 80 km por hora emite uma batida rítmica, fruto do contato dos pneus com as saliências do chão. Desacelere e o ritmo vira um groove funkeado. Em janeiro de 1975, Gibb passava por lá indo do estúdio para casa. As coisas não iam bem. Um álbum dos Bee Gees havia sido rejeitado pela gravadora e a carreira deles se resumia a tocar em cabarés da Inglaterra. O amigo Eric Clapton sugeriu que tentassem Miami, onde poderiam alugar a velha casa dele no número 461 da Ocean Boulevard. Poderiam pegar um bronzeado enquanto planejavam a volta triunfal. Então, se deram conta da batida vinda da ponte. Compuseram algo inspirado nela, e no fim do verão “Jive Talkin’” era número 1 das paradas – o primeiro de uma sequência épica de sucessos que
durou quatro anos e oito singles no topo.

Gibb, de 67 anos, mora hoje em um condomínio fechado em North Miami Beach, chamado Millionaire’s Row (ou algo como “Travessa dos Milionários”). O lugar é extravagante: dois leões de pedra em tamanho natural guardam a entrada, e uma quadra de basquete de tamanho oficial fica na parte de trás do terreno. Na frente da casa há uma grande fonte. Lá dentro, Gibb está assistindo à Fox News de novo. Está bonito como sempre – dentes muito brancos, maxilar retilíneo, cabelos esvoaçantes, queixo de astro de cinema. A barba está ficando rala. “Toquei minha vida normalmente”, ele reflete. “Depois não sabia o que fazer. Quando você se vê sozinho, começa a questionar. Qual o sentido de tudo?”

Quando Barry Gibb nasceu, na Ilha de Man, na costa oeste da Inglaterra, a irmã dele, Leslie, tinha 2 anos. O pai deles era líder de uma banda e a mãe, dona de casa. Os Bee Gees começaram a cantar na Austrália, para onde haviam se mudado ainda jovens.

No auge da Swinging London, voltaram para a Inglaterra e estouraram em 1967 com “New York Mining Disaster”. Nos anos 1960, as músicas de maior sucesso dos Bee Gees eram aquelas em que Robin fazia o vocal principal. O vibrato cristalino do vocalista alimentava canções climáticas como “I Started a Joke” e “Holiday”. Mas os dentes salientes e o sorriso bobo de Robin não eram páreo para a beleza de astro de cinema de Barry. Conforme Barry chamava mais atenção, mais intensos tornavam-se os confl itos entre os dois. Em 1969, com a mágoa entre os irmãos no auge, Robin saiu e os Bee Gees terminaram. Voltaram em 1971, mas com sucesso intermitente. Então veio o triunfo em 1975 com “Jive Talkin’’ e o álbum Main Course. Barry descobriu que tinha um falsete milionário e o trio aderiu ao movimento emergente da disco music.

Um tempo depois, na primavera de 1977, os Bee Gees passavam um mês friorento no Château d’Hérouville, na França, trabalhando em um novo álbum, quando receberam um telefonema do empresário Robert Stigwood. Ele estava produzindo um fi lme com temática disco e precisava de faixas para a trilha sonora. O resultado mudou a história do pop. A trilha de Os Embalos de Sábado à Noite vendeu 15 milhões de cópias. Não dava para escapar das músicas: cinco delas ocuparam a posição
número 1 das paradas. Quando o empresário precisou de mais uma canção para outro filme que estava produzindo, também estrelado por John Travolta, Barry compôs “Grease”, novamente um mega-hit. Das dez músicas de maior sucesso de 1978, os Gibb foram responsáveis por cinco.

“Foi uma experiência incrível”, relembra Gibb “Mas não sou muito bom em lidar com a fama.” Para o álbum seguinte, Spirits Having Flown, os Bee Gees agendaram uma turnê de 41 datas. “Fizemos três noites no Madison Square Garden. Mal dormíamos”, conta Gibb. “Não sei como conseguimos. Devia ser a juventude, acho.” E as drogas, possivelmente. Os irmãos sempre foram adeptos do uso de substâncias: Barry fumava maconha, Robin gostava de pílulas e Maurice bebia. Mas ficavam longe de coisas mais pesadas. “Usei cocaína por uma semana nos anos 1980”, revela. “Mas o problema da cocaína...”, ele ri, “é a cocaína. Você tem que usar a cada meia hora. O efeito de anfetaminas dura de quatro a seis horas. E naquela
época havia ótimas anfetaminas.”

Barry era o líder e a estrela indiscutível do grupo. Por isso, os ciúmes de antigamente voltaram a dar as caras. Ele não queria que o que aconteceu em 1969 se repetisse, então decidiu cantar menos. A voz aguda ficou de lado, justamente aquilo que todos queriam ouvir: o cantor abriu mão em favor da união da família. “A melhor época de nossa vida foi antes da fama”, declara Gibb. “Nunca fomos tão unidos quanto naqueles tempos. Mas os excessos vieram. Bebida, comprimidos, os egos...”

Gibb precisa se levantar um pouco. “Ah, minhas juntas”, ele diz, alongando as costas. “Hoje, tudo dói.” Ele acorda tarde, lá pelas 11h, porque passa a madrugada assistindo ao Netflix. Sai da cama e canta um pouco. Gosta de ler sobre o fim do mundo e pseudociência – Triângulo das Bermudas, Alienígenas do Passado, qualquer coisa sobre o apocalipse. Depois do almoço, volta para a sala de estar, onde brinca um pouco com algum violão das quatro dúzias que tem em casa ou vai para a biblioteca. Ele ganhou um iPad de Natal, mas não usa o aparelho. Não tem e-mail nem celular, e prefere o fax para falar com o advogado. É uma aposentadoria tranquila. De vez em quando um fã aparece no portão, e, se Gibb não está ocupado,
vai dar um oi. Gosta de falar com os fãs. “Faz bem para o coração”, diz.

Depois da decadência da disco em 1979, a carreira dos Bee Gees implodiu. Eles se dedicaram à composição, assinando álbuns de Diana Ross e Barbra Streisand. Os irmãos também escreveram “Islands in the Stream”, o dueto seminal de Kenny Rogers e Dolly Parton. “Nos deu credibilidade”, conta Gibb. “Era o que amávamos fazer: compor canções das quais as pessoas gostassem.” Maurice Gibb morreu em 2003. Tinha problemas de alcoolismo desde os anos 1960. Livrou-se do vício nos anos 1990, mas morreu de enfarte aos 53 anos. Barry e Robin disseram que continuariam com os Bee Gees, mas logo desistiram: “Não queríamos ser os Bee Gees sem Mo”, justifica Gibb. Os dois que restaram na banda eram os que mais se estranhavam. “A distância entre nós tornou-se cada vez mais dramática”, relata o sobrevivente. “Ficávamos um ano inteiro sem nos falar.”

Em fevereiro de 2012, Barry Gibb fez o primeiro show solo da carreira dele. “Deus os abençoe”, disse aos fãs. “E rezem por Rob”. Na época, Robin fazia quimioterapia. Barry foi visitá-lo em Londres, e Robin disse que o amava. Seis semanas depois, ele morreu. “Meu único arrependimento é que, no fim, nunca fomos grandes companheiros”, Gibb afirma. “Sempre havia uma discussão. Robin e eu funcionávamos musicalmente, e só. Éramos irmãos, mas não amigos de verdade. Foram muitos momentos ruins e poucos bons.”

Gibb pensa muito sobre a morte. “Não tenho medo”, diz, “como acho que teria se jamais tivesse perdido um irmão.” Ele sabe que seus dias no palco estão contados: “Não vou terminar em um cassino em algum fim de mundo – não consigo”. Quando a hora dele chegar, tudo o que pede é que seja “rápido pra cacete. Um ataque cardíaco no palco seria ideal”, afirma, rindo. “E bem no meio de ‘Stayin’ Alive’.” Ele não sabe se o momento já está chegando. Barry gostaria de emplacar pelo menos mais um sucesso antes disso. Quando as pessoas dizem: “Seus irmãos estão lá em cima vendo você e sorrindo”, ele retruca: “Não sei se é verdade mesmo. Mas, se há algum sentido real em tudo, talvez eu trombe com meus irmãos de novo.
Eles vão perguntar: ‘Por que demorou tanto?’”

“Ainda é a morte que mais dói”, diz Barry Gibb sobre o irmão mais novo, Andy. “Tínhamos a mesma voz, os mesmos interesses, a mesma marca de nascença.” Barry deu a Andy a primeira guitarra dele, no 12º aniversário do irmão. Quando Andy cresceu, tudo o que queria era ser igual a Barry. Andy emplacou uma porção de sucessos no fim dos anos 1970, embora todos tenham sido compostos por Barry. Mas ele desenvolveu um vício por cocaína e pelo sedativo Quaalude. Tempos depois, conseguiu se reabilitar, mas o estrago já estava feito. Ele morreu em 1988, vítima de uma inflamação no coração decorrente dos anos de abuso de drogas, cinco dias depois de seu 30º aniversário. Barry ficou devastado. “Foi o dia mais triste da minha vida”, declarou na época. “Ainda hoje, me sinto culpado por ter levado Andy à vida artística. Ele teria uma vida melhor fazendo alguma outra coisa”, diz Gibb. “Era uma pessoa tão boa. O perdemos jovem demais.”

04052015 - THE ONLY LOVE - TRADUÇÃO - DO ALBUM "HIGH CIVILIZATION" - 1991:

Eu posso contar a história da minha vida
Sem nenhuma esperança mais cintilante, sem nenhuma emoção mais forte
E eu acreditava que poderia morrer por sua causa.
Como você pôde
desmoronar e jamais me enxergar através
através da minha noite mais escura?

E enquanto eu me deito sem dormir,
uma prece arde dentro de mim
E não há preço que a gente não pague até que tudo esteja acabado
E então continua acontecendo.

Onde estiver o meu coração
Você sabe que eu estarei esperando para ser uma parte de você
e jamais sentir a dor.
Como você pode me dizer que eu devo continuar vivendo?
Eu deixei a única vida que eu tinha com você.

O amor único,
É inútil fingir
que sou uma parte de você
e você o meu coração.
Como você pode me dizer que eu devo continuar vivendo?
Eu deixei a única vida que eu tinha
com você
Com você.

Então nós concordamos em deixarmos um ao outro partir,
Sem longas despedidas,
Apenas o seu caminho e o meu caminho.
E eu posso suportar o quanto você ansiava por ser tão livre
quão alto o vento sopra,
Mas não alto o bastante para trazer você para casa, de volta para mim
E somente os solitários compreendem isso.

Você me vê de braços abertos,
Você sabe que a minha chama ainda arde,
Mas eu sou cego demais para perceber que o fim começou
E continua acontecendo.

O amor único
É inútil fingir
que sou uma parte de você
e você o meu coração.
Como você pode me dizer que eu devo continuar vivendo?
Eu deixei a única vida que eu tinha
com você.

O amor único
É inútil fingir
que sou uma parte de você
e você o meu coração.
Como você pode me dizer que eu devo continuar vivendo?
Eu deixei a única vida que eu tinha
com você.

O amor único,
Um amor que não irá morrer.
Você pode lamentar que eu tenha construído o meu mundo ao seu redor.
O amor único
Somos só você e eu
Existirão os outros que irão te deixar como eu te encontrei.
O amor único,
Um amor que não irá morrer

O MAIS SUCESSO DOS BEE GEES, "MYTHOLOGY" FOI LANÇANDO EM 2010, 2 ANOS ANTES DA MORTE DE ROBIN E FEZ ENORME SUCESSO. O BOX TÊM 4 CDs. UM PARA ANDY, MAURICE, ROBIN E BARRY. NÃO PERCA:

   

ALÉM DA EDIÇÃO ACIMA, ENTRE OUTRA EDIÇÃO MAIS ACESSÍVEL:

http://www.amazon.com/Mythology-Bee-Gees/dp/B009AXXI52/ref=sr_1_1?s=music&ie=UTF8&qid=1404030964&sr=1-1&keywords=bee+gees+mythology+the+50th+anniversary+collection


CANTOR E FÃ DOS BEE GEES, EDINHO SANTA CRUZ
ENCONTRA COM BARRY GIBB E BARRY DIZ QUE QUER CANTAR NO BRASIL. VAMOS ESPERAR TUDO DÊ CERTO.

 

  

A WARNER  RELANÇA OS 3 ÁLBUNS DE BEE GEES NESTA GRAVADORA:

INCLUI 5 CDs:

- ESP
- ONE
- HIGH CIVILIZATION
- ONE FOR ALL TOUR (1989)
- ALÉM VÁRIAS CANÇÕES DEMO.

BEE GEES - A BANDA DE TODOS OS TEMPOS:

De 1946 a 1957 - nascimento e iniciação no mundo da música

O grupo é formado por três irmãos, filhos de dois músicos regionais ingleses, Hugh Gibb e Barbara Pass, pais de mais duas crianças. Primeiro, o casal teve uma filha, Lesley Barbara Gibb, nascida em 12 de janeiro de 1945 em Manchester. Depois, a família se mudou para Douglas, na Ilha de Man. Lá nasceram os três integrantes dos Bee Gees: Barry Alan Crompton Gibb, em 1 de setembro de 1946; Robin Hugh Gibb e Maurice Ernest Gibb, gêmeos, em 22 de dezembro de 1949 e alguns anos depois, em 1958, Andrew Roy Gibb, o filho mais novo.
A família viveu em Douglas até 1955, quando voltaram a Manchester, vivendo na localidade de Keppel Road. Em 1956, os pais descobriram o talento musical dos filhos. Barry Gibb ganhou sua primeira guitarra, e rapidamente aprendeu a tocar. Maurice e Robin começaram a cantar e descobriram uma harmonia entre suas vozes. Incentivados pelo pai, os irmãos começaram a cantar nas ruas e em alguns "shows de talentos" promovidos por escolas, teatros e cinemas.
Em março de 1958, nasceu o último filho de Hugh e Barbara Gibb: Andrew Roy Gibb, ou simplesmente Andy Gibb, que, futuramente, também iria ingressar no mundo da música, entretanto não como um "Bee Gee". Ainda em 1958, a família emigrou para a Austrália, vivendo na cidade de Brisbane. Lá começaram a tocar em clubes noturnos com relativa audiência.
Até ali, o grupo ainda não tinha nome fixo. Primeiramente, adotaram alguns nomes como The Blue Cats e The Rattlesnakes que, entretanto, não vingaram. Em 1959, um DJ chamado Bill Gates sugeriu-lhes o nome de "Bee Gees", já que em sua opinião haviam muitos "B's" e "G's" na vida deles (exemplo: Barbara Gibb, a mãe deles; Barry Gibb, esse DJ; Brothers Gibb...). Mais tarde, em 1966, adotaram o nome sugerido pelo DJ: Bee Gees.
Em 1961, Barry acabou os estudos e a família se mudou para a área de Surfers Paradise, gastando bom tempo entre 1961 e 1962 se apresentando em hotéis e clubes noturnos. Em setembro de 1962, o grupo participou numa audição com Col Joye, grande artista australiano da época e seu irmão e empresário Kevin Jacobsen. Impressionado com o talento daquelas crianças, Kevin conseguiu uma grande apresentação para eles, junto do grande artista do momento, Chubby Checker, o que deu visibilidade e prestígio aos jovens.
Kevin conseguiu também com que os Bee Gees assinassem seu primeiro contrato musical com a maior gravadora de artistas independentes da Austrália, a Festival Records, sob a etiqueta Leedon, usando o nome Bee Gees. Inicialmente, quase chegaram a falir, mas com o sucesso "Wine And Women", que chegou ao Top 20 em 1965, puderam gravar seu primeiro disco, The Bee Gees Sing and Play 14 Barry Gibb Songs.
Em 1966, os Bee Gees lançaram Spicks and Specks, já pela etiqueta Spin, também da Festival Records. Em janeiro de 1967, entusiasmados com o sucesso dos Beatles, os Bee Gees decidiram retornar à Inglaterra. Partiram em um navio, onde tocavam em troca das passagens. Foi à bordo do navio que souberam que o single "Spicks And Specks", chegara ao topo das paradas australianas, era o primeiro "number one" dos Bee Gees.
Ao chegarem na Inglaterra, começaram a procurar uma nova editora. Hugh Gibb decidiu começar pela "maior de todas" e mandou, otimista, um material para a NEMS, que era simplesmente a produtora dos Beatles. O pacote enviado por Hugh naturalmente ficou numa pilha com muitos outros de centenas de grupos com o mesmo sonho. Entretanto, o novo diretor da NEMS, era o australiano Robert Stigwood e justamente por ser australiano, deu atenção especial ao ver um pacote vindo de seu país, decidiu ouvir o material da banda, acabou gostando do que ouviu e contratou os Bee Gees, os posicionando na gravadora inglesa Polydor. Depois de conquistarem a Austrália, estava tudo pronto para os Bee Gees conquistarem a Europa.
Com as apresentações ao vivo ficando cada vez mais frequentes, foi necessário montar uma banda e dois amigos foram chamados: Colin Petersen para a bateria e Vince Melouney para a guitarra. A partir do contrato com a Polydor, eles entraram como membros permanentes dos Bee Gees. Podem ser vistos nas capas dos discos e nos clipes dos anos 60. A formação ficou a seguinte: Barry (Guitarra e Voz), Robin (Piano e Voz), Maurice (Baixo e Voz), Colin (Bateria) e Vince (Guitarra).
O primeiro single mundial da banda, lançado já pela Polydor, foi "New York Mining Disaster 1941" em abril de 1967. Lançado de maneira inusitada, representou um verdadeiro golpe de marketing: o artista vinha escrito como "Be…es", levando as pessoas a pensarem que era uma nova música dos Beatles. As pessoas compravam, acabavam gostando e depois descobriam que, em vez dos Beatles, eram os Bee Gees. Mas a canção que realmente lançou o trio ao estrelato foi "Massachusetts", de novembro de 1967, que foi o primeiro single a chegar ao topo das paradas mundiais, em mais de dez países.
Trecho de "To Love Somebody": sob influência do rock, soul e baladas românticas
Até o fim da década de 1960, o grupo formou um quinteto de rock, com influências do country e do soul e letras românticas. Com essas características, conseguiram outros sucessos: "To Love Somebody", em 1967, "Words" e "I've Gotta Get a Message to You ‎
" em 1968, além de "I Started a Joke", a primeira canção dos Bee Gees a chegar no primeiro lugar no Brasil, em 1968.
No fim de 1968, os Bee Gees gravaram o álbum Odessa, lançado em 1969 contando com os singles First Of May e Melody Fair, o disco culminou na trágica separação do grupo. Robin decidiu sair da banda, pois alegava que Robert Stigwood dava mais prioridade a Barry, Vince Melouney o acompanhou. Colin Petersen ainda manteve-se na banda e gravou algumas canções com Barry e Maurice, mas só permaneceu até agosto de 1969, quando foi despedido, sendo substituído por Geoff Bridgeford, que mais tarde também sairia do grupo. Os irmãos hoje reconhecem que não tinham maturidade suficiente para encararem o sucesso com tão pouca idade, com 20 anos já estavam ganhando muito dinheiro, eram perseguidos por mulheres e conviviam diariamente com drogas e álcool, a receita foi fatal, uma batalha interna entre egos culminou com uma forte briga, que separou os Bee Gees.
Ainda em 1969, Robin gravou seu primeiro disco solo, que lançaria em 1970, com o sucesso Saved By The Bell. Barry e Maurice continuaram e gravaram como Bee Gees até dezembro de 1969, e o álbum resultante dessas gravações foi Cucumber Castle, com o single Don't Forget to Remember lançado em abril de 1970. "Cucumber Castle" também virou seriado de televisão, sem sucesso.
Os Bee Gees começaram o ano de 1970 separados, entretanto, aos poucos o grupo voltou a gravar junto, e os projetos solo foram deixados de lado. Após a reaproximação, os irmãos lançaram 2 Years On, que só tem três faixas compostas pelos três Gibb's, mas que incluía o grande sucesso Lonely Days, uma música reflexiva do período em que ficaram separados. A partir deste momento, a configuração do grupo como "trio" foi fixada, apenas os três apareceriam nas capas dos discos, o restante dos músicos seriam contratados conforme a necessidade para tocar ao vivo.
O início dos anos 70 foi bom para o grupo. Em 1971, com o lançamento do álbum Trafalga, a banda teve seu primeiro grande sucesso nos Estados Unidos: a balada "How Can You Mend A Broken Heart?", primeiro lugar na maior parte das paradas do continente e a terceira mais ouvida no Brasil em 1971. No ano seguinte foi a vez de "Run To Me" conquistar a Europa e a América Latina.
Apesar dos recentes sucessos a carreira da banda estava em declínio. Os Bee Gees continuavam com um ritmo "rock sessentista", que já estava ficando fora de moda com o fim dos Beatles. O "Funk" e "Soul" norte-americanos eram o "ritmo do momento".
Em 1973, sem ligar para as tendências do mercado fonográfico, lançaram o disco Life in a Tin Can, e foram bombardeados pela crítica. Mesmo com o fracasso anterior, os Bee Gees ainda gravaram outro álbum, A Kick in the Head is Worth Eight in the Pants, a teimosia os castigou, acabaram sendo censurados nas principais rádios da Europa: "De repente, ninguém mais sabia quem eram os Bee Gees" - conta Barry. O baque foi determinante para o grupo perceber que estavam precisando de novos ares, do contrário, iam a falência.
Ainda em 1973, por sugestão do amigo Eric Clapton, foram viver nos Estados Unidos. Lá contrataram o produtor Arif Mardin, em substituição a Robert Stigwood. Mardin mostrou-lhes as tendências do momento e os Bee Gees lançaram, em 1974, o disco Mr. Natural, o primeiro com uma levada mais soul. Entretanto, com toda a decadência que os Bee Gees tinham sofrido nos anos anteriores, o disco foi praticamente esquecido pela mídia, sendo crucificado como o menos vendido da carreira do grupo. Mesmo assim, "Mr.Natural" é considerado um marco na carreira dos irmãos, afinal simboliza uma mudança completa na concepção fonográfica da banda.
Em 1975, com enorme receio devido as experiências anteriores, lançaram Main Course, um disco extremamente bem trabalhado. O álbum devolveu os Bee Gees as paradas, com os sucessos "Jive Talkin", "Nights On Broadway" e "Fanny (Be Tender With My Love)". Nessa época, o grupo KC And The Sunshine Band fazia sucesso com "That's The Way (I Like It)", e os Bee Gees decidiram apostar nesse estilo. Em 1976, lançaram Children of the World, considerado como o "primeiro álbum disco music" da banda, que continha a balada "Love So Right" e o hit "You Should Be Dancing", um clássico do gênero. Foram nestes dois discos que surgiram o famoso "falsete" (voz aguda) de Barry Gibb, que alguns anos depois se tornaria marca registrada do grupo.
Em 1976 lançaram seu primeiro álbum ao vivo: "Here at Last... Bee Gees...Live". Apesar de não serem mais produzidos por Robert Stigwood, mantinham grande amizade com o produtor, que agora estava trabalhando com cinema. Em 1976, Stigwood convidou o grupo para participar da trilha sonora de Saturday Night Fever, mal sabiam que aquele simples convite, os faria explodir para o mundo inteiro no ano seguinte.
O filme "Os Embalos De Sábado À Noite" virou um marco cultural dos anos 70, e o álbum com a trilha sonora do filme bateu todos os recordes de vendagens possíveis (segundo a Billboard, é o quinto álbum mais vendido da história da música, com 37 milhões de unidades). Na época do seu lançamento manteve-se por ano no topo das vendagens.
As músicas "Stayin' Alive", "More Than A Woman", "How Deep Is Your Love" e "Night Fever" alcançaram o primeiro lugar em vários países do mundo. O grupo também assinou a faixa "If I Can't Have You", sucesso na voz de Yvonne Elliman. Além de todo esse sucesso com a trilha do filme, escreveram também a música "Emotion", que foi sucesso na voz de Samantha Sang. Barry ainda compôs em 1978 a faixa título do filme musical Grease - Nos Tempos da Brilhantina, interpretada por Frankie Valli. Entre 1977 e 1979, ninguém superava os Bee Gees, em qualquer rádio, no mundo inteiro.
Em 1978, também convidados por Robert Stigwood, os Bee Gees participaram do filme musical Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, baseado no álbum homônimo dos Beatles, o filme, que contava com participações de Alice Cooper, Aerosmith, Earth, Wind & Fire e outros artistas, foi um fracasso. "Vamos pular essa parte" refere-se Robin Gibb, quando o filme é mencionado.
Em 1979, os Bee Gees lançaram o álbum Spirits Having Flown onde mostraram sua força e emplacaram vários sucessos, como "Tragedy", "Love You Inside Out", "Reaching Out" e "Too Much Heaven". O álbum vendeu mais de 30 milhões de unidades. Neste ano, os Bee Gees deram início a turnê Spirits, que passou por mais de 100 cidades, em diversos países do mundo. Um avião com o logotípo da álbum e o nome "Bee Gees" levava o grupo.
Os irmãos terminaram a década de 1970 como artistas consagrados, o título "reis da disco music" se fez justo, diante das grandes vendagens do grupo durante a última metade da década. Porém, outros estilos e grupos queriam despontar. Para a indústria da música e da comunicação, os Bee Gees e o estilo disco já estavam monopolizando o mercado fonográfico por muito tempo. Estavam, portanto, "atrapalhando", e era preciso abrir espaço para outros estilos e cantores. Os Bee Gees foram rapidamente estigmatizados e condenados. De repente, era proibido gostar de Bee Gees: "Escute-nos hoje! Não vamos tocar Bee Gees!", anúnciava uma rádio.
Os irmãos Gibb, naturalmente, estavam desgastados pela excessiva exposição na mídia, além de esgotados psicologicamente e até fisicamente pela pressão da fama e dos compromissos. Não conseguiram manter tal sucesso por mais tempo. E, ao menor sinal de queda, foram estigmatizados pela crítica como cantores e compositores medíocres (este fato é reconhecido hoje como real e injustificável).
A partir deste momento, os irmãos decidiram dar uma pausa na carreira, e começaram a trabalhar como produtores para outros artistas. Assim, se dividiram em dois grupos, contudo sem deixar de comporem juntos, para produzirem discos a serem lançados em 1980. Robin e Maurice produziram o disco Sunrise para Jimmy Ruffin. Em contrapartida, Barry produziu After Dark para Andy Gibb e Guilty para Barbra Streisand, que vendeu mais de vinte milhões de cópias no mundo inteiro.
Em 1981, o grupo decidiu novamente reunir-se e lançar um disco: Living Eyes. A mídia já estava "saturada" com os irmãos Gibb, durante quase três anos a banda foi assunto diariamente nos tabloides, e o processo de renovação se fazia necessário, e assim, os Bee Gees, antes protagonistas na maioria das rádios americanas, passaram a ser censurados, sob alegação que o público queria ouvir rock e já estava cansado de "disco music". Mesmo que o álbum não conte com nenhuma música "dançante", e tenha uma qualidade indiscutível, foi simplesmente esquecido pelos jornais e magazines americanos, recebendo apenas atenção na Ásia.
Em uma última tentativa de reviver a disco music, a indústria cinematográfica decidiu lançar, em 1983, o filme "Staying Alive", uma espécie de continuação para "Os Embalos De Sábado À Noite". O filme contava com John Travolta como estrela principal e, por força de contrato, os Bee Gees foram chamados para compor a trilha sonora. O resultado foi mais um fracasso, a maioria dos estudiosos considera este como o "último ato" da disco music, ali culminou-se o fim de uma era, que marcou a vida de quem era jovem nos anos 70.
Em meados dos anos 1980, as equipes começaram a desenvolver diversos trabalhos. A equipe de Robin e Maurice se concentrou em álbuns solo para Robin. Já a equipe liderada por Barry buscou a produção musical para outros artistas. As tentativas solo renderam certo sucesso que, porém, ficou restrito à Europa, Japão e América Latina. Baladas como "Juliet" (trabalho de Robin Gibb, de 1983), "Shine, Shine" (Barry Gibb, de 1984) e "Like a Fool" (Robin Gibb, de 1985) nunca estouraram nos Estados Unidos, mas são conhecidas mundialmente. Já outras canções como "Hold Her in Your Hand" (Maurice Gibb, de 1984), "Fine Line" (Barry Gibb, de 1984) e "Toys" (Robin Gibb, de 1986) ficaram bem apagadas, sem estourar em quase nenhuma parte do mundo.
As investidas das equipes renderam trabalhos bem vistosos para Dionne Warwick, Kenny Rogers, Diana Ross e Carola. Para Dionne, a equipe de Barry produziu Heartbreaker, que tornou-se um dos melhores discos da cantora, com destaques para a faixa título, "All The Love In The World" e "Yours". Para Kenny Rogers, foi produzido Eyes That See in The Dark, que gerou sucessos como "You And I" e "Islands In The Stream", esta última com enorme sucesso, alcançando o título de "música country mais vendida de todos os tempos".
Para Diana Ross, foi feito o álbum Eaten Alive, do qual foi destaque a faixa "Eaten Alive", que conta com a participaçao de Michael Jackson nos backin's vocals e teclados. Já para Carola Häggkvist, brotou o disco Runaway, sucesso absoluto com as canções "The Runaway" e "Radiate" na Suécia (país natal da cantora), e que rendeu a ela dois discos de platina. Ou seja, mesmo afastados, os Bee Gees colecionavam sucessos, agora como compositores.
Em 1985, os Bee Gees começaram a se reaproximar, mas ainda não era a volta definitiva. Houve ainda algumas investidas em direção a produção para outros artistas e projetos solo, até que em outubro de 1986, os Bee Gees assinam com a Warner, voltando então a trabalhar juntos. Em 1987, lançaram o álbum E.S.P, que os devolveu ao primeiro lugar em boa parte do mundo (ainda não nos Estados Unidos), com o sucesso "You Win Again". Em 1988, os Bee Gees participaram do Prince's Trust, em Londres, interpretando os sucessos You Win Again e Jive Talkin' ao lado de artistas consagrados como Phil Collins, Brian May e Midge Ure, e participaram do Nelson Mandela's Tribute.
Barry, em um último trabalho como produtor, assinou a trilha sonora do filme Hawks. No mesmo ano, a família sofreu um abalo com a morte do irmão mais novo Andy Gibb, que sofria de uma problema cardíaco agravado após anos de uso de drogas e álcool. Em 1989, lançaram o álbum One, e voltaram a conquistar popularidade nas rádios americanas com os singles One, Ordinary Lives e Wish You Were Here (em português: "Eu Queria que Você Estivesse Aqui", homenagem ao irmão falecido no ano anterior). O disco ficou no Top 10 por quase um ano, e originou a turnê One For All, que percorreu a Europa, Ásia e Austrália, sendo registrada em VHS e posteriormente lançada em DVD.
O ano de 1989 marcou a volta dos Bee Gees a mídia norte-americana, dez anos depois de serem duramente censurados. O caminho estava aberto para serem reconhecidos nos anos 90, como "uma das maiores bandas de todos os tempos".
Em 1991, é lançado o álbum "High Civilization", com grande sucesso na Alemanha, e mais alguns países da Europa, lançando o hit single "Secret Love", alem de singles como "Happy Ever After" e a poderosa balada "The Only Love". Esse sucesso "concentrado" na Europa Ocidental resultou na turnê "High Civilization Tour" no mesmo ano.
Em 1993, mais um álbum é lançado, "Size Isn't Everything", com singles como "Payin' The Price Of Love", "Heart Like Mine", e a balada "For Whom The Bell Tolls", até hoje muito tocada nas rádios. Neste mesmo ano o canal Vh1 apresentou um show especial dos Bee Gees, intitulado "Center Stage", a apresentação foi exibida em todos os países onde o canal era transmitido.
De 1994 a 1997, o grupo participou do especial Storytellers do canal Vh1 com versoes acústicas de seus sucessos e muitas composições nasceram, e resultaram no álbum seguinte "Still Waters" lançado em março de 1997. O disco, com um som bem mais moderno, é considerado como um dos melhores do grupo e alcançou vendagens superiores a 10 milhões de unidades. Com "Alone", voltaram ao topo das paradas nos Estados Unidos, ganhando disco duplo de platina. Outro single de muito sucesso do álbum foi a balada "I Could Not Love You More".
Neste mesmo ano de 1997, os irmãos lançaram um documentário sobre sua carreira chamado "Keppel Road" e começaram a turnê "One Night Only", com a proposta de fazer "apenas uma noite" em cada continente, todos os shows foram transmitidos ao vivo por redes de televisões locais. Um desses shows, realizado no luxuoso hotel "MGM Grand Las Vegas", foi lançado em DVD e CD no ano seguinte. Este mesmo show: "Bee Gees - One Night Only" é grande sucesso de vendas até hoje em todo o mundo, sendo um dos discos mais vendidos da história do grupo.
Ainda em 1997, Os Bee Gees compuseram, cantaram e produziram um mega hit para Celine Dion, "Immortality", que permaneceu durante um ano nas paradas de todo mundo. Os anos 90 foram marcados pelo reconhecimento da indústria à carreira dos Bee Gees. Em 1994 foram indicados para o Songwriters Hall Of Fame (Hall Da Fama dos Compositores) e em 1997, por ironia do destino, foram indicados para o Rock N' Roll Hall Of Fame (mesmo sem nunca terem sido considerados como uma banda de rock), além destes importantes títulos, os Bee Gees receberam mais 10 outros prêmios em vários cantos do mundo.
Em 2001, lançaram o que foi o seu último álbum, This Is Where I Came In, um álbum pop rock, em que se destaca a canção/título "This Is Where I Came In", "Wedding Day", "Sacred Trust" e "Man In The Middle", álbum que também teve repercussão localizada em países diferentes: sucesso na Europa, frieza na América, estouro na Ásia.Gravaram no mesmo ano o Dvd Live By Request e um documentário em Dvd completo sobre a vida deles, tendo o mesmo nome de seu último álbum This Is Where I Came In. No final de 2001 foi lançado a coletânea Their Greatest Hits: The Record, uma reuniao dos maiores sucessos da banda e novas versões para Heartbreaker, que foi lançada como single para promoção do álbum, Emotion, Island In The Stream e mais a versão demo para Immortality, na voz de Barry. A coletânea foi um grande sucesso ficando entre os mais vendidos em vários países. Depois, os Bee Gees decidiram dar um tempo. Em 2002, Robin Gibb gravou seu quinto álbum solo, Barry Gibb gravou algumas canções com Michael Jackson, que nunca foram lançadas e Maurice Gibb estava trabalhando com sua equipe de PaintBall. Entretanto, uma tragédia acontece em 12 de Janeiro de 2003: de ataque cardíaco, morre Maurice Gibb; curiosamente sua irmã Leslie faz aniversário nesse dia. Maurice tinha a fama de ser o mediador entre as mentes conflitantes de Barry e Robin. Estes então anunciaram o fim do grupo, no dia 22. Durante sua carreira, os Bee Gees ganharam nove prêmios Grammy e foram incluídos no Songwriters Hall of Fame (Hall da Fama dos Compositores), em 1997, no Hall da Fama do Rock and Roll entre muitos outros.
Os irmãos continuaram seu trabalho de forma solo. E, mesmo com a morte do irmão, Robin lançou um disco solo em 2003, o álbum Magnet, que vem com diversas baladas modernas, e que chegou a ser bem difundido na Europa com o single Please. No mesmo ano a música Wedding Day, integrou a trilha sonora do filme Até Que Os Parentes Nos Separem (The In Laws), com Michael Douglas. Robin trabalhou no ano seguinte com Alistair Griffin na releitura de My Lover's Prayer, do álbum Still waters de 1997. Ainda em 2004 foi lançada a primeira coletânea ou seja, o primeiro lançamento de um álbum dos Bee Gees após a morte de Maurice, intitulada de Number Ones', contando com suas musicas que chegaram ao primeiro lugar nas paradas e mais o single Man In The Middle em tributo a Maurice. Em 2005, Robin trabalhou com o grupo G4 na releitura de First Of May. Produziu o single de lançamento de uma das ex-integrantes da banda Atomic Kitten, com sucesso estrondoso na Inglaterra e Europa e mais uma coletânea lançada: Love Songs. Entre 2004 e 2006, Robin saiu em turnê pelo mundo, turnê esta que foi chamada Magnetic Tour, da qual um dos concertos foi registrado em CD e DVD e lançado em 2005.
Em 2004 os irmãos Gibb receberam o título Doutor Honoris Causa da Universidade de Manchester e a Comenda de Cavaleiros do Império Britânico, em Londres. Barry trabalhou compondo e produzindo para Cliff Richard, em 2004, e para Barbra Streisand, em 2005, revivendo o sucesso de 1980. O álbum Guilty Pleasures, produzido para ela, foi bem visto em todo o mundo e icluia os singles Come Tommorow em dueto com Barry e Stranger in The Strange Land. Ainda em 2005, a dupla relançou o álbum Guilty, como ediçao especial de 25 anos, com Cd e DVD, o que fez com que Barry aparecesse na mídia mais uma vez.
Em 2006, os irmãos se reuniram para uma apresentação beneficente em Miami e para o Prince's Trust em Londres. Receberam no mesmo ano um prêmio da Academia Britânica da Música. Mas nada disso é fonte de união dos irmãos. No mesmo ano, a dupla assina com a Reprise Records, que começa a relançar um a um os álbuns da banda. Seguindo solo, Barry começa a lançar várias músicas no iTunes: lança seus novos singles Doctor Mann e Underworld e as demos dos álbuns produzidos por ele na década de 1980 — The Guilty Demos, The Heartbreaker Demos, The Eyes That See in the Dark Demos e The Eaten Alive Demos. Robin lançou, em novembro, seu último álbum: My Favourite Christmas Carols, que contém vários hinos natalinos mais a faixa Mother of Love, sua mais nova composição. Ainda em 2006, os Bee Gees assinaram com a Rhino Records, subsidiaria da Warner Bros, que relançou vários de seus álbuns e com um destaque para a coleção Studio Álbuns que incluía os três primeiros discos do grupo: First, Horizontal e Idea com bônus e canções inéditas.
Em 2007, Barry e Robin gravaram um documentário sobre a repercussão de suas músicas no filme Saturday Night Fever, lançado em DVD no mesmo ano em comemoração aos 30 anos de lançamento do filme. Já Barry lançou em 2007 seu single country Drown on the River, que esteve na trilha do filme Deal (no Brasil, o filme foi nomeado Negócios e Trapaças. O ano marcou o relançamento do álbum Greatest de 1979, porém com o áudio remasterizado e bônus inéditos, com destaque para as versões remix de Stayin' Alive e If I Can't Have You, que estourou nas paradas da Europa.
Em 2008, Robin seguiu em sua carreira solo se apresentando em vários países cantando sucessos dos Bee Gees e de sua carreira solo e lançando quatro singles: Alan Freeman Days, Wing and a Prayer, Ellan Vannin e Stayin' Alive, esse último em dueto com a cantora russa Valeryia. Enquanto isto, Barry participou do novo álbum de Olivia Newton-John, na música The Heart Knows e participou do single da cantora Jamie Jo, U Turn Me On.
No início de 2009, o álbum Odessa foi relançado com material bônus e cancões inéditas, apresentando um aspecto diferente, e novo pack-age.
Robin preparou seu novo álbum solo 50 St Catherine's Drive, porem ate agora sem novidades de lançamento e em março de 2009 participou da nova versão da música Islands in the Stream, junto com Tom Jones e a dupla country Byrns & Nessa, alcançando mais uma vez o primeiro lugar nas paradas inglesas, tornando os Gibb's os únicos compositores a ter pelo menos uma música no topo das paradas em 5 décadas distintas (60s, 70s, 80s, 90s e 2000s). Barry estava preparando ainda em seu 3º álbum solo, com lançamento previsto para 2009, o que também nao ocorreu, talvez pelo retorno dos Bee Gees. Tudo indicava que um álbum country estava a caminho. Constantemente Barry participa de chats com fans em seu site oficial e recentemente se apresentou no Love and Hope Ball, interpretando os sucessos dos Bee Gees, com participações de Olivia Newton-John e seu filho Steve Gibb. Em março de 2009, Barry se apresentou no Sound Relief em Sidney, na Austrália, interpretando os grandes sucessos dos Bee Gees, novamente ao lado de Olivia Newton-John, show que ainda conta com apresentações de vários artistas como a banda Coldplay. O show deve ser lançado em breve em DVD.
As esperanças sobre uma volta do grupo começaram em 2009, com Robin e Barry trabalhando conjuntamente em um musical dos Bee Gees a ser lançado e, em julho, participando de uma homenagem feita pela Rhino em comemoração aos 50 anos de carreira na Inglaterra. Além disso, eles fizeram uma apresentação juntos, sob o nome de Bee Gees, tocando seus maiores sucessos em Manchester, Inglaterra. Robin, então, deu uma entrevista à rádio britânica BBC revelando que é a volta definitiva dos Bee Gees aos palcos, dizendo que ele e Barry já estão se preparando para uma grande turnê.
Ainda em 2009, os irmãos decidiram lançar duas coletâneas. A primeira, Ultimate Bee Gees: The 50th Anniversary Collection traz dois discos, um de músicas dançantes e outro de românticas, todas sucessos da carreira da banda. A edição de luxo traz ainda um DVD com clipes da banda totalmente remasterizado, iniciativa inédita do grupo. A outra, Mythology, estava planejada para ser lançada junto com a primeira, no dia 3 de novembro de 2009, mas foi adiada para 2010; ela traz quatro discos, cada um contendo músicas interpretadas por cada irmão Gibb, inclusive Andy. A coletânea Mythology ainda conta com cançoes inéditas na voz de Andy Gibb e Maurice Gibb. Para a divulgaçao da coletânea Ultimate, os Bee Gees iniciaram no final de Outubro uma série de apresentaçãoes na televisao. É a primeira apresentaçao dos Bee Gees na mídia após 07 anos, excetuando a apresentaçao em 2006, no Prince's Trust.
No dia 15 de março de 2010, os Bee Gees introduziram o grupo ABBA no Rock and Roll Hall Of Fame. Um fato importante, pois foram os artistas escolhidos para essa honra, em meio a tantos outros.
E, no dia 16 de março de 2010, Barry e Robin, agora como Bee Gees, outra vez estiveram no talk show estadunidense Late Night With Jimmy Fallon (mesmo ator que interpreta Barry no programa de comédia americano "Barry Gibb Talk Show") onde falaram da volta dos Bee Gees e da coletânea Mythology prevista para dezembro desse ano. Ainda no programa, os Bee Gees cantaram Nights on Broadway a capella. Robin revelou, em seu site, que o novo documentário In Our Own Time que retrata a vida e obra dos Bee Gees até os dias atuais, incluindo novas performances, foi lançado no dia 15 de Novembro, mesma dia do lançamento da coletânea Mythology. Em In Our Own Time, Barry e Robin contam por suas próprias palavras, toda obra dos Bee Gees e inclui entrevistas inéditas com Maurice. No documentário é apresentado também performances em programas de televisão e videos-clipes. Robin esteve no World Music Awards 2010 para entregar um prêmio a Andrea Boccelli e no dia 26 de maio, os Bee Gees fizeram uma aparição surpresa na final do reality show American Idol, interpretando seu grande sucesso How Deep Is Your Love. Foi a última apresentação dos Bee Gees nos palcos. Em 2009, Robin se tornou presidente da CISAC, uma organizaçao que luta a favor de que os direitos autorais dos artistas e as decisões sobre o uso da obra sejam estabelecidos pelos proprios artistas e não pelo governo. Dentro desse conceito, Robin recentemente gravou um comunicado em video, sobre o apoio da CISAC junto aos artistas brasileiros. Em comemoração os 12 anos do lançamento do álbum One Night Only, e ainda pelos 50 anos da banda, a produtora Eagle Rock decidiu relançar o dvd do show, que é um dos mais vendidos do catálago da mesma, mas agora com bonus especiais de apresentaçoes inéditas e mais uma entrevista com os Bee Gees entitualdo como One Night Only Anniversary Edition. Junto ao lançamento do álbum Mythology, os Bee Gees planejam uma enorme turnê. Foi disponibilizado na internet o novo single, na versão remix, a música Broken Wings, um dueto com Robin Gibb e Valeryia. É segunda vez que a dupla trabalham juntos. A primeira vez foi em 2008, com a versão de Stayin' Alive.
Para iniciar o ano, Barry Gibb disponibilizou em seu site um pequeno trecho de sua nova música em parceria com Michael Jackson, com o nome de All In Your Name, com estilo forte e romântico e ainda vem acompanhada com um pequeno vídeo. Gravada em 2002 é uma homenagem que Michael Jackson fez para seus fãs e já é um dos vídeos mais vistos no Youtube.[carece de fontes] E ainda no dia 19 de fevereiro Barry se apresentou ao lado de Kelly Lang no Love and Hope Ball. Robin continua em turnê pelo mundo com a Bee Gees Greatest Hits Tour By Robin Gibb e recentemente entregou um prêmio a John Travolta, seu grande amigo, em Berlin, na Alemanha. Em Março disponibilizou em seu site um trecho de sua nova música, chamada Cherish, que seria lançada em 2009 no álbum 50 St Catherine's Drive. Robin Gibb finalizou seu album em tributo ao centenário do Titanic. Trata-se de um album com misturas de Pop, Rock e Orquestra. Em julho foi lançado o novo dvd ao vivo de Robin Gibb, intitulado Robin Gibb - In Concert With The Danish National Orchestra. O show foi gravado em 2009 na Dinamarca e reúne os grandes sucessos dos Bee Gees, de sua carreira solo e ainda seu novo hit Alan Freeman Days, registrado pela primeira vez ao vivo. Em Dezembro, Barry Gibb lançou dois singles para download na internet, Grey Ghost, em homenagem ao Japão e Daddies Little Girl, com estilo puxado para o country-pop. Recentemente[quando?] Robin Gibb teve um problema de saude relacionado ao fígado, que acarretou uma pausa em sua turne e algumas apresentações para divulgação da releitura beneficente da canção I've Gotta Get A Message To You com o grupo The Soldiers. Mesmo assim a canção bateu recordes de downloads pelo site Amazon. O album Number Ones voltou a ser comercializado na Europa para o Natal.
Recuperado de sua saúde, Robin Gibb voltou à ativa, apresentando-se ao vivo em Fevereiro ao lado do grupo The Soldiers e disponibilizou na rádio sua nova canção: Don't Cry Alone, que foi lançada no album Titanic Requiem em Abril, em parceria com seu filho R.J. Gibb. O album foi um sucesso, ficando na 4° posiçao nas paradas de discos. Barry Gibb esteve de volta aos palcos no dia 21 de Fevereiro, em Miami, para seu primeiro show solo nos Estados Unidos e apresentou os grandes hits dos Bee Gees. Como estava algum tempo sem se apresentar ao vivo, os ingressos esgotaram rapidamente e Barry recebeu ótimos elogios de sua performance.
Havia projetos para os Bee Gees voltarem ainda nesse ano, mas a saúde de Robin Gibb piorou devido a uma pneumonia, onde também foi diagnsticado que o mesmo sofria de câncer no cólon, resultando meses de tratamento e, por fim, sua morte, no dia 20 de maio, impedindo este sonho. A familia atendeu o pedido de Robin e tocou How Deep Is Your Love em seu funeral.
Barry Gibb postou em seu site oficial um video com imagens de arquivos da familia em homenagem a Robin com fundo musical embalado por Heart Like Mine de 1993. Foi relatado que Barry Gibb voltaria aos palcos, em uma grande turnê em homenagem aos seus irmãos e ao Bee Gees . Ele revelou em sua página no Twitter que "ele estará sempre vivendo pela musica e não importa onde estiver, seus irmãos estarão com ele no palco". Com todos esses acontecimentos os albuns Number Ones e Ultimate voltaram para as paradas entre os mais vendidos na Inglaterra. Como prometido, Barry Gibb retornou aos palcos e participou do evento country, popular nos Estados Unidos, chamado de Grand Ole Opry, a convite do amigo e cantor Ricky Skaggs. Barry, muito elogiado pela crítica, cantou ao lado de Ricky When the Roses Bloom Again, uma canção de Johnny Cash e também os sucessos dos Bee Gees, To Love Somebody e How Can You Mend A Broken Heart. Perguntado por uma fã da plateia sobre Maurice e Robin, ele disse que "eles estão aqui". Barry escreveu e produziu uma canção para Ricky Skaggs a ser lançada em seu novo álbum, intitulada Soldier's Son. Recentemente[quando?] foi relatado nos jornais britânicos que um novo album de Robin Gibb, com músicas inéditas será lançado em breve. Indícios mostram que o album seria o 50 St. Catherine's Drive, que estava planejado para ser lançado em 2008, entretanto foi adiado até então.
O ano de 2013 começou com os preparativos para a turnê mundial de Barry Gibb a começar na Austrália, intitulada Mythology que leva também o nome da recente coletânea dos Bee Gees. A idéia era fazer um concerto em honra ao legado dos irmãos Gibb e em homenagem a Robin Gibb, Maurice Gibb e Andy Gibb. A turnê, inicialmente, seria realizada com Barry e Robin, porém isso não foi possível devido a morte de Robin. A turnê está contando com a participação vocal de Steve Gibb, filho de Barry, e Samantha Gibb, filha de Maurice. O primeiro show ocorrido em Sydney foi elogiado pela mídia e pontuou Barry em sua melhor forma vocal e artística e o delírio dos fãs ao ver Barry interpretando grandes sucessos como até I Started A Joke. A passagem de Barry Gibb pela Austrália contou com a inauguração de um monumento em homenagem aos Bee Gees, envolvendo uma regresso de Barry a suas raízes, na infância que passou lá e ainda em Redcliffe foi inaugurada uma avenida com o nome Bee Gees. No final de fevereiro a turnê passou pela Nova Zelândia, onde Barry fez um dueto com Carole King. Na Austrália a gravadora Festival Records lançou pela primeira vez em CD, com áudio remasterizado digitalmente, os três primeiros álbuns dos Bee Gees: The Bee Gees Sing and Play 14 Barry Gibb Songs, Spicks and Specks e Turn Around, Look at Us e mais um disco reunindo as melhores canções deste período. Após o fim das apresentações na Austrália, Barry Gibb informou que levará a turnê pelo mundo começando pelo Reino Unido em Outubro, e ainda renovou seu contrato com a gravadora Warner Music, que estará cuidando de todo o acervo dos Bee Gees e de Barry, e ainda futuros lançamentos inéditos.

OS DISCOS:

1965 - The Bee Gees Sing and Play 14 Barry Gibb Songs (AUS)
1966 - Spicks and Specks (AUS)
1967 - Bee Gees' 1st.
1968 - Horizontal
1968 - Idea
1969 - Odessa
1970 - Cucumber Castle
1970 - 2 Years On
1971 - Trafalgar
1972 - To Whom It May Concern
1973 - Life in a Tin Can
1973 - A Kick in the Head is Worth Eight in the Pants (não lançado)
1974 - Mr. Natural
1975 - Main Course
1976 - Children of the World
1977 - Here at Last... Bee Gees... Live (ao vivo)
1977 - Saturday Night Fever (Trilha Sonora)
1979 - Spirits Having Flown
1981 - Living Eyes
1983 - Staying Alive (Trilha Sonora)
1987 - E.S.P
1989 - One
1991 - High Civilization
1993 - Size Isn't Everything
1997 - Still Waters
1998 - One Night Only (ao vivo)
2001 - This Is Where I Came In

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